terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Hoje estou reativando o meu blog, esperando que todos possam participar, opinar, criticar, mas, acima de tudo, divulgar!!

sexta-feira, 29 de junho de 2012

População brasileira tem cerca de 24% com algum tipo de deficiência

Censo nacional 29/06/2012 | 10h56 "Pessoas com deficiência representam 24% da população brasileira, aponta IBGE Levantamento divulgado nesta sexta-feira mostra que quase 46 milhões de brasileiros possuem algum tipo de deficiência Quase 46 milhões de brasileiros têm algum tipo de deficiência: mental, motora, visual ou auditiva. Esse número corresponde a 24% da população total do país. Embora 95% das crianças com deficiência com idades entre 6 e 14 anos estejam na escola, patamar bem próximo ao verificado entre as pessoas sem nenhuma das deficiências investigadas (97%), outros indicadores, como grau de instrução e posição no mercado de trabalho, revelam uma situação menos favorável dos brasileiros que têm algum tipo de deficiência. A constatação faz parte do Censo Demográfico 2010 — Características Gerais da População, Religião e Pessoas com Deficiência, divulgado nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o levantamento, enquanto 61,1% da população de 15 anos ou mais com deficiência não tinham instrução ou cursaram apenas o fundamental incompleto, esse percentual era de 38,2% para as pessoas dessa faixa etária que declararam não ter nenhuma das deficiências investigadas, representando uma diferença de 22,9 pontos percentuais. No que se refere ao rendimento, o estudo aponta que 46,4% das pessoas ocupadas, com 10 anos ou mais de idade, entre os que têm deficiência, ganhavam até um salário mínimo ou não tinham rendimento. Já entre a população sem qualquer deficiência, essa era a realidade de 37,1%, o que indica uma diferença de mais de nove pontos percentuais entre os dois grupos. Segundo a coordenadora do Comitê do Censo Demográfico do IBGE, Andréa Borges, o levantamento aponta que para corrigir essas distorções são necessárias políticas públicas mais fortes que incentivem essa parcela da população a aumentar seu grau de instrução, o que interfere diretamente nos níveis de rendimento. — Os dados revelam que a maioria das pessoas que têm deficiência está concentrada em níveis de instrução e de rendimento muito baixos. Já existem políticas públicas nesse sentido, mas elas podem ser melhoradas para que haja maior incentivo para que essa parcela de brasileiros não pare de estudar ao concluir o ensino fundamental, mas que vá adiante — ressaltou. — Enquanto 10,4% dos que não têm deficiência tem (ensino) superior completo, apenas 6,7% das pessoas com deficiência estão nesse patamar — acrescentou. O levantamento aponta ainda que, em 2010, a população ocupada com pelo uma das deficiências investigadas representava 23,6% (20,3 milhões) do total ocupado (86,3 milhões) no país. Além disso, mais da metade (53,8%) dos 44 milhões de pessoas com deficiência em idade ativa (10 anos ou mais) estava desocupada ou não era economicamente ativa. Em relação ao total da população desocupada ou não economicamente ativa, que somava 75,6 milhões em 2010, as pessoas com deficiência representavam 31,3%. O documento constatou também que a maioria das pessoas com deficiência ocupadas era empregada com carteira assinada (40,2%), uma diferença de nove pontos percentuais em relação à população sem nenhuma das deficiências investigadas (49,2%). Já os percentuais de trabalhadores com deficiência classificados nas categorias por conta própria (27,4%), sem carteira (22,5%), militares e funcionários públicos estatutários (5,9%) e não remunerados (2,2%) são maiores do que na população sem deficiência (20,8%, 20,6% e 5,5%; 1,7%, respectivamente). Na categoria empregador, há uma diferença de 0,3 ponto percentual entre a população sem (2,1%) e com (1,8%) deficiência". Fonte Zero Hora

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Mensagem...

Prezados amigos: Hoje resolvi pedir um auxílio para vocês. Embora eu seja uma pessoa bastante comunicativa, resolvi usar este meio para me comunicar. Atualmente, por questões pessoais, (de saúde e familiar), embora tenha atividade profissional em Porto Alegre, e um escritório em Pelotas, NECESSITO fixar residência e trabalho em Pelotas. Sendo assim, preciso muito de seu apoio. Ocorre que uma desvinculado das responsabilidades em Porto Alegre, é premente minha dedicação total ao meu escritório profissional na Zona Sul. No entanto, não tem sido fácil. Portanto, gostaria de uma atenção ao curriculo que encaminho em anexo, bem como uma analise das oportunidades que podem ser oferecidas. É neste momento que ofereço meu trabalho e minha expectativa de poder, de algum modo, manter minha atividade nesta região. Se você não tiver como auxiliar, encaminhe para quem possa de alguma forma ajudar. Certo de sua atenção, desde já agradeço. Att. Fernando Hofmeister de Moraes Advogado Contato: Escritório: Rua Félix da Cunha, 606/24 Fones: (0**53) 33026394 91521247 84458965 FERNANDO HOFMEISTER DE MORAES Rua Félix da Cunha, 606/24 47 anos Pelotas – RS CEP 96010-000 Casado OAB/RS 27.430 Telefones:(53) 91521247/84458965 - Celular e-mails: fernandohmoraes@ig.com.br fernandomoraes843@gmail.com Principais realizações: Consultor Jurídico da Associação Comercial de Porto Alegre (ACPA) e Federação das Associações Comerciais do RGSul (FEDERASUL), realizando vários trabalhos de consultoria e assessoria, principalmente nas áreas: cível, tributária, comercial e constitucional, para as entidades mencionadas. Palestrante convidado da FEDERASUL para análise do Código de Defesa do Consumidor. Participação, como colaborador, na proposta de projeto-de-lei de reforma tributária, enviada ao Congresso Nacional, pela FEDERASUL. Participação, como membro convidado, representando a FEDERASUL, em reuniões de trabalho, em conjunto com SINDILOJAS, CDL e FIERGS, em temas jurídicos comuns. Participação, como representante da FEDERASUL, no Conselho Estadual de Desenvolvimento. Colaborador em vários trabalhos jurídico-econômicos da FEDERASUL, destacando-se projeto-de-lei de reforma da Previdência Social. Consultor Jurídico do Sindicato da Habitação – SECOVI/ZONA SUL/RS. Elaboração de proposta de Código de Ética, para a atividade imobiliária e de corretor de imóveis, junto ao Congresso Nacional de SECOVIS, em Goiânia - GO. Palestrante convidado no encontro entre SECOVI, AGADEMI e AGADIE, na Jornada de Atualização de Condomínios. Palestrante convidado no Clube de Empresárias de Pelotas na jornada A empresa à procura de soluções com o tema: “As vantagens da assessoria jurídica empresarial”. Publicação de vários artigos jurídicos no Jornal do Comércio do RS, jornal de circulação estadual, no encarte da ACPA/FEDERASUL. Advogado responsável pela organização e elaboração do Estatuto da Liga Feminina de Combate ao Câncer de Pelotas. Assessor Jurídico da Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária – FEPAGRO/RS. Chefe de Turma Administrativa do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem – DAER/ 7ª Superintendência Regional – SR/Pelotas-RS (cedido da FEPAGRO). Experiência profissional: 06/11 Escritório de Advocacia Advogado, com atuação nas áreas: cível (direito imobiliário), comercial, trabalhista, de família e tributária 12/09 DAER – 7ª SR – cedido da FEPAGRO Chefe de Turma Administrativa Pelotas/RS 10/05 Assessoria Jurídica da Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária Advogado, e Assessor Jurídico da Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária – FEPAGRO, concursado, nomeado por ato do Governador, publicado no D.O.E. de 15/08/05, como Técnico Superior Administrativo, como matrícula 142.0, com certificado de posse, boletim n.º 023/2005 publicado no DOE de 08/09/2005, p. 24 desde 29/08/05 responsável pela assessoria e consultoria, de temas jurídicos, da referida Fundação. Porto Alegre/RS 03/99 a 09/05 Escritório de Advocacia Advogado, com atuação nas áreas: cível (direito imobiliário), comercial, trabalhista, de família e tributária, para clientes em cujo rol constam: Expresso Frederes S.A., Citibank, Eduardo Dias Imóveis. Pelotas/RS 10/97 a 12/98 Casarão Imóveis (Imobiliária) Advogado, atuando em direito imobiliário, em audiências, processos e pareceres, prestando assessoria e consultoria. Pelotas/RS 08/96 a 09/97 Sindicato das empresas de compra, venda, locação, administração de imóveis e dos edifícios em condomínios residenciais da zona sul do Estado do Rio Grande do Sul – SECOVI/ZONA SUL – RS Advogado, chefe do departamento jurídico do SECOVI/ZONA SUL – RS, atuando nas áreas de interesse do sindicato, principalmente em reuniões, palestras, pareceres, assessoria e consultoria, bem como participação em convenções coletivas. Pelotas/RS 03/94 a 06/96 Escritório de Advocacia Advogado, com atuação nas áreas: cível em geral (direito imobiliário), comercial (contratos), tributária, de família e constitucional, para clientes do rol de empresas da área da construção civil e comercial em geral. Pelotas/RS 07/90 a 06/93 Associação Comercial de Porto Alegre – (ACPA) e Federação das Associações Comerciais do RGSul – (FEDERASUL) Advogado, consultor jurídico da ACPA-FEDERASUL, atuando como consultor – assessor das entidades, através de palestras, atuação jurídica em geral, reuniões, pareceres, e análises jurídicas, principalmente nas áreas: tributária, constitucional e cível. Porto Alegre/RS Estágios: 01 a 10/89 Estágio de Auxiliar de Profissional em atividades forenses Escritório de Advocacia –Dra. Myrian Bastos dos Santos- Pelotas/RS 05 a 07/89 Prestação de Serviços ao Desenvolvimento das Populações dos Municípios da Zona Sul Plano de Atuação e Filosofia do CRUTAC.-Pelotas/RS 1988 Estágio Profissionalizante de Assistência Judiciária Gratuita Subsecção da OAB/RS.-Pelotas/RS 06 a 12/87 Estágio de Auxiliar de Profissional em atividades forenses Escritório de Advocacia – Dr. José Carlos P. de Almeida- Pelotas/RS Formação acadêmica: 1989 Graduação em Direito – Universidade Federal de Pelotas – RS Cursos de extensão: 1995 Curso de Doutorado em Direito – não concluído Universidade del Museo Social Argentino- Bs.As- Argentina 1992 Curso de Política Econômica – Instituto Liberal do RGSul Porto Alegre/RS 1986 Curso de Inglês – Universidade Federal de Pelotas/UFPel Pelotas/RS Trabalhos Voluntários: Membro da Diretoria como Coordenador de Divulgação do Banco de Alimentos Madre Teresa de Calcutá, desde 2003 (data de fundação), até setembro de 2005; entidade sem fins lucrativos que visa a arrecadação e distribuição de alimentos a grupos carentes credenciados, bem como a promoção de cursos de capacitação profissional em Pelotas-RS. Participação como Dirigente no Movimento de Emaús - Curso de Valores Humanos e Cristãos, desde 1983. Informações adicionais: Conhecimentos de informática. Espanhol fluente e Inglês básico. MAIO, 2012 Fernando Hofmeister de Moraes.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Aérea é multada por discriminar pessoa com deficiência

"A companhia aérea de baixo custo Easyjet foi condenada nesta sexta-feira por um tribunal de Paris a pagar 5 mil euros em indenização por impedir uma mulher portadora de deficiência de viajar, informou a Associação de Paralíticos da França (APF). O fato ocorreu em 21 de março de 2010, quando a francesa Marie-Patricia Hoarau embarcou sozinha em um voo entre Paris e Nice da companhia aérea britânica, "sem dificuldades", de acordo com ela. No entanto, um membro da tripulação falou para ela que os portadores de deficiência são obrigados a ir ao banheiro do avião com acompanhantes. Embora vários passageiros tenha se oferecido a ajudá-la, o chefe de cabine rejeitou as propostas e alegou que eles não tinham sido registrados como acompanhantes. A mulher, que no dia anterior havia feito a mesma rota em sentido inverso, desembarcou e pegou outro vôo, acompanhada de um passageiro reconhecido pelos funcionários. A companhia aérea britânica já foi condenada por atos semelhantes em janeiro, quando impediu o embarque de três portadores de deficiência entre novembro de 2008 e janeiro de 2009. Segundo a APF, o caso de Hoarau é um exemplo de que as pessoas portadoras de deficiência ainda são vítimas frequentes de rejeição ao embarcar nos transportes aéreos. A associação ainda lembrou que a regulamentação europeia "proíbe às companhias aéreas e operadores turísticos de rejeitar reservas ou embarques nos aeroportos da União Europeia". Na saída do tribunal, o advogado da companhia aérea, Philippe Van der Meulen, informou que vai a recorrer à sentença e lembrou que a Easyjet transporta 350 mil portadores de deficiência a cada ano, cerca de mil por dia". Fonte: site TERRA

terça-feira, 17 de abril de 2012

Efeitos rápidos da equoterapia atraem novo público

"Os efeitos conhecidos da equoterapia no tratamento de pessoas com deficiências estão atraindo novos adeptos para a técnica. Adultos e crianças que não têm limitações neuromotoras ou cognitivas, mas lidam com outras dificuldades da vida, como estresse, depressão, problemas na escola... Cavalo entra no tratamento de doenças da moda, como hiperatividade Cães e outros bichos-terapeutas ajudam ser humano a cuidar da saúde Mesmo para quem não enfrenta essas dificuldades, a técnica é usada como uma forma de preveni-las e, de quebra, dar um gás a mais para os neurônios. "Andando a cavalo, a pessoa recebe de cerca de 2.000 novos estímulos cerebrais", afirma a fisioterapeuta Letícia Junqueira, que coordena sessões de equoterapia e equitação lúdica no Jockey Club de São Paulo. AÇÃO CEREBRAL O nome equitação lúdica é dado para diferenciar o trabalho feito com pessoas sem deficiência, mas o princípio de ação é o mesmo da equoterapia, tradicionalmente usada para reabilitação. "Os ajustes corporais da pessoa para se adaptar aos desequilíbrios causados pelo deslocamento do cavalo mandam sinais nervosos pela medula espinhal até o sistema nervoso central. Isso gera a formação de novas células nervosas no cérebro", diz Junqueira. A possibilidade de estimular precocemente as habilidades cognitivas de Laura, 2, atraiu sua mãe, a dermatologista e clínica-geral Ana Carolina Chiavarelli, 39. Apesar de morrer de medo de montar a cavalo, Ana Carolina viu na equoterapia uma forma de evitar que Laura passe pelos mesmos problemas de rendimento escolar que os irmãos mais velhos (de 19 e quatro anos) tiveram. "Quero que ela seja centrada, tenha atenção. Eu pesquisei a literatura e vi que o movimento do cavalo melhora a coordenação, a linguagem, o raciocínio. Estou apostando nisso para colher frutos quando ela começar a escolarização", diz Ana Carolina. A cereja do bolo é que todo esse aprendizado é feito num ambiente muito diferente e muito mais prazeroso que uma sala de aula. No caso de pessoas que precisam de tratamento, é uma vantagem imensa, segundo a psicopedagoga Liana Pires Santos, representante da Associação Nacional de Equoterapia em São Paulo. "Tirar o paciente do consultório é um motivador e um alívio, tanto para ele quanto para a família", diz ela. Outra motivação é a rapidez com que surgem os ganhos motores e psicológicos na equoterapia. "Com 12 sessões já fica evidente a melhora postural e de tônus muscular", afirma Santos. Esses ganhos não se restringem ao aspecto corporal. "Todo ato motor envolve uma transformação psíquica", diz a psicopedagoga. Aprumar as costas, entre outras coisas, eleva a autoconfiança e faz a pessoa respirar melhor -benefícios importantes nos tratamentos contra o estresse e a depressão, segundo a terapeuta ocupacional Luciane Padovani, do centro de equoterapia Camaster, em Salto, interior de São Paulo". Fonte: Folha de São Paulo online.